Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Livro de Auto-Ajuda (literalmente) por uns dias #8

here in littlebubble, em 16.10.13

Be thankful
Go outside today 
Have faith 
Say yes
Do your best

Eat chocolate

Play


Take a nap
Hoje, sendo dia de folga bem que podia dormir uma sestinha. Mas a verdade é que a minha cabeça não pára. Não param de rolar pensamentos e ideias e planos e medos e dúvidas. A minha amiga T insiste comigo que devia combinar um cafezinho com o meu novo amigo para finalmente nos conhecermos. "Mesmo sem ele tomar iniciativa?", pergunto eu. Ela insiste que muitas vezes os rapazes não gostam de tomar a iniciativa porque não querem ser considerados como abusadores. Não sei se isto é verdade ou se é ela a tenar animar-me, mas a verdade é que não tenho nada a perder. A não ser ouvir um não. E ficar triste. E magoada. E com a auto-estima lá no fundo. Mas estou a ponderar. Daí não conseguir parar de pensar. Esta noite, por outro lado, fartei-me de dormir. E com mais horas de sono, tenho tendência a sonhar. E esta noite sonhei com o ex. E a coisa mais engraçada é que, enquanto estivémos juntos, acho que não me lembro de ter entrado nos meus sonhos uma vez que fosse. E agora, nas últimas semanas, tem sido protagonista dos meus sonhos. No sonho passado, ele tinha ido falar com os meus avós, para lhes pedir desculpa por me ter deixado (don't know why...) e queria resolver as coisas comigo. No sonho da noite passada, era eu que o tentava convencer a voltar.
E se são estes sonhos que me preenchem o sono, prefiro ficar acordada e pensar noutros cenários.

 

Say "I love you" 
Recycle
Laught at yourself

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 16:44

Livro de Auto-Ajuda (literalmente) por uns dias #5

here in littlebubble, em 07.10.13

Be thankful
Go outside today 
Have faith 

Say yes


Do your best

Há uns dias, fui sair com uma amiga que recentemente terminou uma relação que durava desde a altura que também a minha começou. Era um namoro antigo, estranho para muitos, para mim também, mas essencial para ela. Sempre a achei uma rapariga decidida e como é extremamente bonita, sempre assumi que tinha bastante auto-estima. E portanto, nunca percebi o porquê de se deixar enterrar numa relação que só lhe dava chatices, na qual não era, claramente, a parte importante, pela qual abdicou de muito e de muitos, nunca sendo valorizada ou mimada, de maneira nenhuma. Mas agora que acabou, vejo como ela estava (e está ainda) dependente dele. As relações são complicadas, complicam-nos e tornam-nos pessoas diferentes. Ontem, em conversa com ela, insistia comigo em enviar mensagem, reconectar-me com alguém do meu passado, alguém com quem nunca aconteceu nada porque eu tinha namorado, na altura. Ela insistia em que eu não tinha nada a perder, porque é que estava a ser tão receosa e que, mesmo pelo facto de já não o ver há alguns anos, isso até era um ponto positivo. Sempre tive medo da rejeição, do ridículo. Nunca pensei em mim como irresistível. Tenho noção de mim (plena noção), do meu físico, das minhas capacidades intelectuais, capacidades amorosas, capacidades relacionais. E muitas vezes, não me dou demasiado valor. Espero sempre o "não" e por esperar esse tipo de resposta, nunca aponto para o "sim". E por não o fazer e por achar que o "não" é a resposta que vou ter, muitas vezes nem sequer tento. E recusei-me a enviar a tal mensagem. Mas hoje ainda não fui capaz de me livrar desse pensamento. E na onda de dizer que sim, na onda de ser mais positiva, mais pro-activo, menos dependente da negatividade que me é inerente, voltei a tentar com a pessoa que conheci agora nas minhas férias. Ainda não escrevi sobre ele aqui, porque, do alto das minhas superstições, continuo a achar que sempre que falo com alguém sobre alguém, é sinal que começo a ter demasiadas expectativas e é quando as coisas começam a correr pior. Esta pessoa é alguém que conheci através das redes sociais. Temos falado, temos algumas coisas em comum. E é fácil falar através da escrita...o problema é falar, mesmo falar. Ainda assim, introduzi o tema "café", mas não sei se me levou a sério, porque não deu o seguimento que eu queria ao assunto. É muito educado, responde-me sempre bem, faz :) e ;) e :P mas tem pouca iniciativa. E claro que eu penso logo que é por falta de interesse ou pelo facto de eu ter pouco interesse para os outros... Enfim, o objectivo é fazer o meu melhor, tentar ser o melhor e esperar pelo melhor.


Eat chocolate
Play
Take a nap
Say "I love you" 
Recycle
Laught at yourself

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 21:37

Saying yes to challenges, people and life.

here in littlebubble, em 06.10.13

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

às 00:01

Livro de Auto-Ajuda (literalmente) por uns dias #4

here in littlebubble, em 05.10.13

Be thankful
Go outside today 
Have faith 


Say yes

A ideia é sair da minha esfera, do meu espaço de conforto. Desafiar-me e superar-me. Dizer mais "sins" que "nãos". Fui visitar um novo ginásio que abriu por aqui. Aliás, uma academia de dança. Devo começar na próxima semana. Vou aceitar mais desafios. Vou fazer uma road trip com amigos, vou fazer paintball, vou aprender linguagem gestual. Vou dizer que sim. Vou ser mais activa, vou ser mais simpática, vou mostrar o meu lado melhor. E esperar que os outros reparem.


Do your best
Eat chocolate
Play
Take a nap
Say "I love you" 
Recycle
Laught at yourself

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:56

Livro de Auto-Ajuda (literalmente) por uns dias #3

here in littlebubble, em 30.09.13

Be thankful
Go outside today 


Have faith 

Hoje não é um bom dia para este tópico, mas enfim, as coisas são como são e mesmo que hoje não tenha disponibilidade emocional para ter fé, é mesmo assim que tem que ser. Ultrapassar os medos, os "nãos", os momentos menos bons e esperar que amanhã amanheça um dia melhor. Isso é ter fé. Isso ou achar que pior não fica. (mas isto já sou eu em modo exagerado) Eu tenho esperança. Tenho. Não sou uma pessoa lá muito positiva ou optimista, até porque a vida nunca me deu razões para isso (excepto quando preciso de lugar para estacionar o carro, nesse aspecto tenho sempre sorte) e muito sinceramente à vezes morro de medo de não conseguir mudar a minha vida e ficar nesta eterna pasmaceira e neste eterno desalento a achar que não é nada disto que quero e mesmo assim não conseguir mudar. Fico aterrorizada de pensar que posso ficar sozinha para sempre, porque tenho medo da solidão. Não de estar sozinha, mas de ficar sozinha. Isso deixa-me petrificada. E tenho medo de não conseguir sair daqui. Mas tenho esperança que há-de haver um momento em que tudo vai mudar. Tenho esperança. Respirar fundo. Breath in, breath out e avançar.


Say yes
Do your best
Eat chocolate
Play
Take a nap
Say "I love you" 
Recycle
Laught at yourself

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:36

Livro de Auto-Ajuda (literalmente) por uns dias #1

here in littlebubble, em 25.09.13

Be thankful

Aqui há uns tempos li algures (e até acho que já escrevi sobre isso aqui, mas nunca cheguei a realizar) acerca da ideia de, no início do ano, arranjar uma garrafa vazia na qual se vão inserindo papelinhos com todas as coisas boas que nos foram acontecendo ao longo do ano para que, no final desse ano e apesar do constante queixume de que nada de bom nos acontece, podermos ser desmentidos por um montinho de papéis. Gostava realmente de ter concretizado essa ideia porque sempre fui (um pouco) pessimista e talvez aqueles bons momentos porque eventualmente passo e que se vão diluindo na rotina chata, me pudessem alegrar duplamente ao relê-los, documentados dentro de uma garrafa qualquer.

E há muito pelo qual devia estar agradecida...e no entanto, parece que só me queixo. Então...este ano e só assim de repente:

i. o meu avô fez 83 anos e a minha avó 82

ii. houve um susto com uma possível recidiva do problema cancerígeno do meu pai, que não se confirmou

iii. a minha mãe voltou a ter um susto com a sua saúde, mas tudo correu bem

iv. o meu irmão terminou o curso e agora só falta arranjar emprego (alguém tem cunhas em alguma empresa de multimédia, fotografia, audiovisuais, por aí?)

v. li um livro clássico na sua versão original

vi. fui ao casamento de dois grandes amigos

vii. fui convidada para ser madrinha de casamento

viii. não morreu  planta nenhuma cá em casa

ix. reaproximei-me do meu grupo de amigas da faculdade

x. fui a londres

xi. fui a copenhaga

xii. fui a estocolmo

xiii. fui a tallinn

xiv. fui a s. petersburgo

xv. comecei a falar mais com as pessoas

xvi. estou quase a terminar o curso de inglês

xvii. ganhei alguns livros e bilhetes para cinema em concursos

xviii. comecei a fazer aulas de pilates e aero-combat

xix. superei alguns medos

xx. fiz progressos, não muitos, mas alguns

(vou editando o post à medida que me lembro)

 

Go outside today 
Have faith 
Say yes
Do your best
Eat chocolate
Play
Take a nap
Say "I love you" 
Recycle
Laught at yourself

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 22:33

Humanos "Muda de vida se tu não vives satisfeito"

here in littlebubble, em 24.09.13

O ano devia começar em Setembro.

É o mês da mudança. É quando acaba o Verão e começa uma nova era, um pouco mais escura, mais chuvosa, menos alegre, talvez. Soa um pouco como a "início do fim". É, por outro lado, um novo recomeço, mais uma hipótese de mudar, o início de uma nova listagem, novos planos, novos processos. Uma mudança, como comecei por dizer.

 

Mas para se dar início a uma mudança, a um recomeço, algo precisa de terminar, de chegar ao fim.

Este fim de semana que passou chorei muito. Como já não fazia há bastante tempo. Acho que o meu corpo já não estava habituado a estas convulsões estranhas com que fico quando choro, mas os meus olhos sim. Sempre estiveram habituados a esta minha veia chorona. Alguém me disse há uns tempos que a capacidade de não chorar, quer aquando de um conflito, confronto, desilusão ou tristeza profunda, é uma questão de treino, de hábito. Ainda não percebi como iniciar este treino, mas hei-de lá chegar.

 

Como estava a dizer, chorei muito. Fui passar o fim de semana fora, sozinha, em retiro espiritual. Pensei muito. E chorei. Depois distraía-me com algo e estava bem até a torrente de pensamentos me invadir de novo e me fazer convulsar mais uma vez, só mais uma vez. E de onde veio esta choradeira toda? No final da semana passado, ele passou por aqui para vir buscar mais uma série de objectos que incrivelmente ainda pairavam por aqui e ao ver como estava bem, como estava mudado, como estava de bem com a vida, não pude deixar de pensar que, apesar de achar que era eu que o dirigia e o puxava para a frente, se calhar era eu que o arrastava para o fundo, que funcionava como uma âncora de tristeza e azar. E apesar de, racionalmente, saber que isso não é verdade (quanto muito era o contrário, ele sempre pessimista e eu a esforçar-me além das minhas forças para lhe proporcionar felicidade, muitas vezes em vão), continua a afectar-me imenso o facto de ter sido ele a desistir de mim. Ou seja, custa, para além do que consigo admitir, pelo menos sem chorar, custa tanto saber que eu não fui o suficiente para ele, quando tantas vezes ouvi o contrário. Custa tanto, sim, ainda custa, saber que não valia para ele o suficiente para lutar por mim. Custa tanto, todos os dias, saber que só eu é que acreditava que era para sempre e o dizia, acreditando nas palavras. E saber que ele agora tem uma outra pessoa, custa igualmente. Saber que há alguém ao seu lado, a quem conta o que pensa, o que quer... (pronto, já estou a choramingar outra vez)

E não consigo evitar que tudo isto me corrompa o coração e que corroa a vontade e me rouba a auto-estima e faz com que não acredite e que faz com que tenha medo de não voltar a conseguir ser feliz.

 

E no meio de toda esta insanidade ainda lhe deixei um recado, disfarçado sob a forma de música:

 

As he begins to raise his voice,
You lower yours and grant him one last choice.
"Drive until you lose the road,
Or break with the ones you've followed."
He will do one of two things.
He will admit to everything,
Or he'll say he's just not the same,
And you'll begin to wonder why you came.



Porque o fiz? Não sei. Sou doida, talvez. Insanidade temporária, pelo menos. E comecei a achar que talvez ainda gostasse dele. E agora não sei. Mas acho que não o ia aceitar de volta. Porque o faria? Para desistir de mim, novamente? Para que atirar ainda mais para o fundo? Mas, por outro lado, penso que, muito provavelmente, ele também já não me queria de volta. Porque havia de querer? Não está sozinho, na tua tristeza, como eu... enfim.

 

E então sim, a luz da mudança. Sendo uma list-maker-profissional, resolvi fazer uma lista. Porque é Setembro, mês da mudança e do renascimento, resolvi rabiscar tudo aquilo que está mal na minha vida e o que posso fazer para o mudar. Vamos lá ver se isto não é apenas lírica barata e se consigo, finalmente e de uma vez por todas, mudar a minha vida.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 17:59

Not a people-person.

here in littlebubble, em 29.08.13

Há bocado pus-me a pensar.

Às vezes acho que é extremamente difícil alguém gostar de mim. Realmente interessar-se em mim.

Já há algum tempo que não faço um novo amigo e, pensando para trás, todos os amigos que fiz foram pessoas que, de uma maneira ou de outra, estiveram "presas" comigo num espaço físico. Colegas de turma que se tornaram amigos, colegas de trabalho que se tornaram amigos.

 

Onde quero chegar com isto?

Que começo a notar um padrão em tudo isto. Não sou uma daquelas pessoas que anima um espaço e que se mete com estranhos ou com amigos de amigos. Já me disseram que não sou uma people-person. Na altura, fingi-me aborrecida com o comentário mas é verdadeiro no mais ínfimo pormenor. Não sou uma pessoa de quem se goste no imediato. Sou daquelas pessoas (todos já conhecemos alguém assim) que passa meio despercebida de início, quase nem se dá pela presença, mas que depois, com continuidade de companhia e com conversas, se vai tornando alguém de quem gostamos, mas aos poucos. 

 

Sim, e então?

Tenho que me esforçar para que gostem de mim. Tenho que trabalhar nesse sentido. E às vezes, sinto que devia ser mais fácil. Que não devia ter que andar atrás dos outros para que gostem de mim. Será porque não gosto de mim (mais uma vez)? Porque acho que não sou alguém que até eu quisesse conhecer? Mas eu acho-me interessante, de certo modo... Sou boa companhia. Porque é que demoram tanto a chegar lá? E será que conta, tendo eu que me esforçar tanto?

 

Gostava que fosse mais fácil.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 21:57

A tal menina e a sua colecção de elásticos.

here in littlebubble, em 25.08.13

Há uns tempos escrevi este texto. E hoje volto a revê-lo porque, mais uma vez, me deparo na minha vida com casos de pessoas que gostam de cortar elásticos, de cortar relações, de cortar laços. Porque é que o fazemos? Será que o nosso coração e a nossa vida têm limite de inclusões? E precisamos de apagar alguns contactos já registados para inserir novos? É que não percebo porque é que não tentamos, ao máximo, atingir um sem-limite de amigos, em vez de nos irmos esquecendo de alguns? Será o nosso tempo, o nosso carinho, o nosso amor pelos amigos limitado e que, quanto mais amigos temos, menos amor há reservado para cada um e como tal "quanto menos amigos, mais amor para distribuir"? Não deveria o amor crescer com os amigos, adaptar-se a eles e ao seu crescimento? Ou serão os amigos seres demasiado exigentes para termos mais do que uma mão cheia deles?

 

Aqui fica o texto.

 

Era uma vez uma menina bonitinha e moderadamente simpática que, ao crescer arranjou um grupo de amigos em dimensão proporcional à sua simpatia. O termo genérico “amigos” define a população de pessoas, normalmente de idades aproximadas e com interesses passados, presentes ou futuros semelhantes aos do próprio, não sendo, portanto, um grupo imutável. Deste grupo de pessoas vão saindo umas por alteração de morada ou por disputa de qualquer termo ou mesmo porque simplesmente, a personalidade foi alterando de forma a se integrar melhor noutro grupo de pessoas. Há também aqueles que vão entrando. Que começam por ser apenas espectadores, depois participantes de dedo-no-ar, tornando-se parte integrante desta matriz. Ora entre todas estas pessoas existe uma linha que os une, a linha da amizade. Com o tempo também esta linha se dilata, se embaraça ou se torna tão tão fininha a ponto de querer partir a todo o momento. É, desta forma, obrigação dos membros, tornar cada linha que os une a cada um dos outros o mais limpa, certinha e polida possível. Mas com o avançar do tempo, entra em jogo um novo tipo de jogadores muito apreciado: o namorado. E estes formam uma linha muito mais cor-de-rosa, mais agradável à vista, mais próxima também, uma espécie de elástico com muito menos capacidade de distender (porque ao fazê-lo, há grande probabilidade de se romper, ainda com mais facilidade do que a do grupo anteriormente referido). Esta linha do namorado é muito mais apetecível e como as linhas dos amigos se distendem com mais facilidade, esta menina tende a afastar-se mais dos amigos e a aproximar-se cada vez mais e só e apenas do namorado. E a partir daqui, continuando pelo decorrer de percurso, a história depara-se com uma bifurcação. Sim, a menina e o seu namorado são felizes para sempre, sendo que os amigos estão lá, se bem que um pouco mais afastados da luz da ribalta do que se encontraram inicialmente. Ou, pelo contrário, o namorado corta o laço que os une e tal como a qualquer objecto preso a dois elásticos, estando um deles extremamente distendido e o outro sendo cortado, o objecto, perdão, a menina é projectada a toda a velocidade para longe do namorado. Mas onde cai ela? No emaranhado de laços e redes e elásticos que é a matriz do seu grupo de amigos. Agora imaginando que durante este caminhar com o namorado, os laços com os amigos foram sendo cortados e não criados novos, nem tão bons, o que acontece à menina quando é projectada? Bate contra uma parede e morre.

Fim.


Moral da história:

Independentemente das relações amorosas, deve haver sempre grande interesse em cultivar, manter e acarinhar as amizades, as novas e as de sempre… Porque os amigos não devem ser apenas um escape, uma alternativa garantida quando não há mais nada que fazer. E tal como um elástico quando é puxado ao extremo rebenta, também um elástico estático, perde a sua elasticidade, sendo que qualquer pequeno toque, pode resultar numa quebra.

 

Esclarecimento:

A menina desta história pode ser um menino também. É só trocar os pronomes para o masculino e fazer alteração dos adjectivos.

Esta história é completamente fictícia e não baseada em acontecimentos nem personagens reais, baseando-se única e exclusivamente em factos do senso comum. Caso algum dos leitores se reveja na menina, trata-se de pura coincidência. Isso ou estão a precisar de avaliar as vossas escolhas de vida.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 01:07

"se tens vida queres mudar, mas se mudas não te vês. quem procura encontrar, quem encontra para esquecer."

here in littlebubble, em 24.08.13

Ontem fui até Cascais, ver o concerto do Tiago Bettencourt. Para além da ventania que se fazia sentir e que lembrava temporal, da chuva miudinha que caía de vez em quando e para além do facto de ter ido com os pés ao léu, o concerto foi incrível. Quando chegámos o concerto ia começar e mesmo assim, conseguimos ficar bem à frente.

Gosto imenso do Tiago Bettencourt, acho-o um músico incrível. As letras das músicas são sentidas e têm sentido, para mim. O som é óptimo e ele um fofo.

Ontem, ainda assim, fiquei surpreendida por ter tocado umas quantas músicas que não tinha ouvido. Acho que nunca me tinha apercebido da lacuna de conhecimento que tinha em relação ao Tiago Bettencourt. Uma delas, foi esta:

 



se este ferro queres quebrar,
se esta pedra queres sentir,
se este vento queres ter paz,
mas se encontras queres fugir.


se tens vida queres mudar, mas se mudas não te vês.
quem procura encontrar, quem encontra para esquecer.

como a noite amanhece, qualquer santo enlouquece.


quando acordas queres amar, e que o mundo faz-te frio,
como água quer ser mar a chuva quer ser rio.
se és semente queres crescer, mas sem água vais secar,
vais ser tu a ir buscar o que o mundo não te der.

 

como a noite amanhece, qualquer santo enlouquece.


queres o espaço impossível, queres arder o que apagou,
queres a escolha que passou.
mas tudo é o que tem que ser, tudo flui ou te faz crescer.


levo para o mar,

tudo é o que tem que ser,

tudo é o que tem que ser.


quando dói não vais gostar, mas não sais sem repetir.
quando voltas dói-te mais, mas não sabes resistir.

porque pomba quer ser águia, e a águia um falcão.
como um mar quer tempestade, e a tempestade furacão.


vais prender-te ao precipício, porque o perigo é um vício.

 

queres o espaço impossível, queres arder o que apagou,
queres a escolha que passou.
mas tudo é o que tem que ser, tudo flui ou te faz crescer.


levo para o mar,

tudo é o que tem que ser,
tudo é o que tem que ser.

tudo tem que ser,
tudo tem que ser.

tudo é o que tem de ser,
tudo é o que tem de ser.

levo para o mar...

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 15:16


...retalhos de pensamentos, post its de emoções, pedaços de músicas, imagens que falam comigo e tudo mais aquilo que fizer a minha mente fervilhar...

E sobre mim...

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Novembro 2014

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30



Back there

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D