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Where does the love go?

here in littlebubble, em 13.06.13




Isto é uma óptima pergunta... quando estamos numa relação apaixonada e essa relação acaba, para onde vai todo esse amor que em tempos fluiu entre os dois intervenientes da relação? Desvanece-se no ar? É transferido para outro alguém, outra relação? É reabsorvido pelo coração de ambos, como se de mais uma partilha de bens se tratasse?


Para onde foi o meu amor?

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às 21:30

Santo António: dores na pernas, cheiro a sardinha, sangria e lágrimas

here in littlebubble, em 13.06.13

Hoje estou um bocado zangada. Comigo, com o mundo, comigo...

Vivo em função dos outros e isso irrita-me e só pode magoar-me.

 

Com tanta gente em Lisboa ontem à noite, com as ruelas e os becos a abarrotar durante toda a noite, logo tinha que ter um encontro...ou melhor, uma visão. Dele, com companhia feminina. E deixa-me magoada ele já ter avançado e eu não. E já chorei ontem. E já chorei hoje. E queria que a minha vida me desse mais alegria. Queria estar feliz com o que tenho. Mas ainda não tenho esse potencial, essa clarividência. Porque vejo as outras pessoas com tudo o que quero e não tenho. E não é que não desse valor ao que tinha, quando o tinha. Se calhar o problema foi mesmo dar valor de mais, sem receber. E o mundo vai andando, a vida vai acontecendo, o tempo vai passando e eu não consigo traçar objectivos como devia fazer porque...não gosto de mim o suficiente?

 

You with the sad eyes
Don't be discouraged
Though I realise
It's hard to take courage
In a world full of people
You can lose sight of it all
And the darkness there inside you
Make you feel so small

But I see your true colors
Shinin' through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow.

Show me a smile then,
Don't be unhappy, can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You can call me up
Because you know I'll be there

And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors,
Your true colors,
Are beautiful,
Like a rainbow

Whispered: Can't remember when I last saw you laugh

If this world makes you crazy
You've taken all you can bear
You call me up
Because you know I'll be there

And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors, true colors
True colors are shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow

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às 13:07

Story of my life

here in littlebubble, em 10.06.13


Ainda gostava de um dia perceber porque é que sou assim. O que me aconteceu... Porque me lembro de ser decidida e dominante e líder. E parece que, de um dia para o outro (ou terá acontecido durante anos?), mudei. E hoje sou assim medrosa e insegura...

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às 20:35

Staind - Epiphany

here in littlebubble, em 09.06.13
Adoro revisitar albuns antigos, antigas playlists. Há tanta música que já não ouvia há anos e ainda me surpreendo com a capacidade de me lembrar de a letra da mesma música de uma ponta à outra...
Este album é um deles, esta música em particular. Tem um significado especial para mim. Faz-me sentir o que não queria, faz-me reviver, faz-me pensar e chorar.
Your words to me just a whisper
Your face is so unclear
I try to pay attention
Your words just disappear

Oh
'Cause it's always raining in my head
Oh
Forget all the things I should have said

So I speak to you in riddles
'Cause my words get in my way
I smoke the whole thing to my head
And feel it wash away
'Cause I can't take anymore of this
I wanna come apart
Or dig myself a little hole
Inside your precious heart

Oh
'Cause it's always raining in my head
Oh
Forget all the things I should have said

I am nothing more than
A little boy inside
That cries out for attention,
Yet I always try to hide
'Cause I talk to you like children,
Though I don't know how I feel
But I know I'll do the right thing
If the right thing is revealed

'Cause it's always raining in my head
Forget all the things I should have said.

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às 01:20

A carta que nunca te escrevi: ao R.

here in littlebubble, em 08.06.13

Conheci-te a medo. A primeira vez, beijei-te a medo. Mas ganhaste um lugar no meu coração tão rapidamente.

Foste a primeira pessoa que realmente gostava de mim. Conheci-te e dei-me a conhecer. Viste-me como mais ninguém. No bom e no mau sentido. No óptimo e no horrível. Conheces-me como ninguém. Ou deveria usar o "conhecias-me"?

Foste único para mim. E vais ter sempre um lugar de destaque nas minhas memórias, na minha vida, nas minhas decisões, na minha história, na minha maneira de ser, no que me tornei, nas minhas passwords, nas minhas fotografias, nas minhas viagens. Foste para mim mais importante do que toda a gente. Sei que o fui também para ti. Defendi-te, lutei por ti. Ultrapassámos de mão dada obstáculos muitos, metas, desafios. Chorámos juntos perdas, problemas, rotinas, parvoíces. Rimos tanto juntos. As nossas maluquices, as dos outros. Foste o meu melhor amigo, foste o meu único amigo. Foste o meu porto de abrigo. O meu diário, o meu confessionário. Pouco depois de te conhecer, contei-te tantos segredos meus, guardados a sete chaves no meu coração e na minha memória, escondidos do mundo e de todos os outros que faziam parte da minha vida, já antes de ti. Foi contigo que os partilhei. Não partilhei tudo, com medo. Mas partilhei-me a mim, à minha vida, à minha família, aos meus amigos. Partilhei sentimentos, partilhei emoções, partilhei a minha cama, a minha alma, o meu coração.

Durante muito tempo, foste para mim tão importante, tão mais importante que eu mesma. Valias mais para mim do que tudo. Fazia tudo por ti. Sempre fiz tudo por ti. Tomei conta de ti, tomei conta de nós. Sofria pelos dois, para tu não sofreres. Muitas vezes, em silêncio, chorei para que não me ouvisses, por tudo o que podias ter tido e tudo o que te foi negado. Tentei fornecer-te de amor, carinho, compreensão, amizade, para te compensar por tudo aquilo que merecias e não conhecias antes de mim.

Virei a minha vida do avesso por ti. Esqueci a minha família, reneguei a companhia dos meus amigos, de novos conhecimentos, de uma vida mais social, para estar ao teu lado.

E sei tudo de ti. Conheço-te (ou conhecia-te) como ninguém. Sabia o que pensavas e o que querias, mesmo antes de tu o saberes, ou quereres. E tantos dissabores isso me trouxe.

Tu, para mim, eras para sempre. The one and only.

E eu, para ti? Sempre me disseste que preferias ter-me conhecido mais para a frente na vida. Percebi desde muito cedo que te ressentias de mim por não conhecermos mais ninguém além de um do outro. Sempre percebi que preferias que eu tivesse sido a tua "última" que a tua "única". Se calhar conhecemo-nos cedo demais. Éramos novos de mais. O que sentíamos um pelo outro era intenso de mais. E eu queria-te a ti e tu querias conhecer mais além de mim.

A nossa vida a dois era sastisfatória, mas nunca completa. Sempre  faltou algo. Criatividade? Experiência? Faltou, sem dúvida, momentos de sinceridade e clareza no que queríamos. Mas sempre senti que te perdia um pouco mais. E isso impedia-me de falar. Tudo começou com medo e com medo continuei sem conseguir dizer-te o que sentia, com medo que visses para além de mim, com medo que afinal não me quisesses mais. Eu também sabia que as coisas não estavam a cem porcento, mas não o referi com medo. Com medo que não estivesses a notar e o começasses a sentir, assim que eu dissesse. E, com medo, calei-me e fingi. Calei-me e fingi porque te amava mais, muito mais do que os problemas todos juntos. Porque eras suficiente para mim. Porque sempre gostei mais de ti do que de mim. Sempre foi assim, para mim. E vejo, agora com um ano de distância, que essa vida a dois, não devia ter sido suficiente, nem para mim nem para nós. Mas principalmente, para mim. Que dava tudo e ia contra tudo e contra todos, por ti, por nós.

E quando tu finalmente tiveste coragem para rasgar o véu, e dizer que não era o que querias mais, que eu não chegava, o meu mundo ruiu. E agora estou aqui, um ano depois, sem ti. E, incrivelmente, sobrevivi. Não choro por ti. Raramente penso em ti. Sonhei contigo ontem, mas não fazes parte da minha vida. Já não. Sinto, sim, que estou zangada contigo. Ainda estou. Porque me fizeste sentir que eu não era o suficiente, para ti, para ser amada por ti, para, também tu, lutares por mim como tantas vezes fiz, para derrubares medos por mim como eu tantas vezes fiz, por decidires que eu era a the one and only, como tu eras para mim.

Decidiste isso sem me consultar, sem falar comigo. Tal como eu não fazia. O nosso problema não foi falta de amor, mas foi medo. Medo de falar e não resolver, medo de dizer e magoar o outro, medo de ser sincero e ver o outro chorar. Mas sinto que sempre fiz mais por ti do que tu por mim. E é por isso que estou zangada. Não só contigo, porque não o fizeste, nem com os meus amigos, que tudo viam, mas nunca foram capazes de me dizer, mas principalmente comigo, porque não me valorizei o suficiente para achar que merecia alguém mais do que tu, alguém que me pusesse à frente de tudo, alguém que achasse que eu merecia ser mais amada do que aquilo que fui.

 

Hoje, não falo contigo. Não me esqueço de ti. Nunca me vou esquecer de ti. Às vezes sinto a tua falta, nas coisas pequenas, nas coisas maiores. Sinto o fantasma da tua presença aqui em casa e na minha vida. Sinto a falta do teu calor, sinto falta do teu sorriso, do teu riso, do teu corpo, do teu conhecimento e da tua opinião. Sinto a tua falta. Mas não falo contigo, porque não posso. Ainda.

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às 16:33

À Margem de um Corpo D'àgua: desafio do Cantinho da Bruna

here in littlebubble, em 07.06.13

Obrigada pelo desafio, Bruna :)

Adoro escrever e não digo que não a este tipo de desafios.

 

 

 

"Estou sentada aqui sozinha. Sinto areia nos meus pés. Ou os pés na areia? Que diferença faz? Fazem-me comichão, mas num bom sentido. Olho para os meus pés, para as minhas pernas branquinhas ainda. Para não me deixar afundar em pensamentos supérfluos, desvio o olhar para o mar. Há quem diga que o mar acalma. Que o simples olhar para o correr das ondas, com o seu som característico, calmo e relaxante, a sua frescura com a maresia que nos salpica o rosto, que acalma. O mar a mim não me acalma. Gosto de olhar para ele, mas não me acalma. Antes, estimula o meu pensamento, a minha mente, o poder de reflexão. Ao olhar para as ondas, que rebentam à minha frente, penso. Penso na maresia que destrói os meus caracóis. Penso no frio que sinto quando o poder da frescura do mar supera o aquecimento fornecido pelo sol na minha pele. Penso em tempos passados quando era feliz. Penso na sorte de quem passa, ou sozinho (e a capacidade que têm de estar bem, mesmo estando sozinhos) ou acompanhado com amigas (e a capacidade que possam ter de não se importarem com o corpo ou com o que os outros possam pensar acerca dos seus corpos. Afinal, nem todos podemos ser super-modelos...) ou de mãos dadas com aquele alguém especial (e a sorte que têm em ter alguém que mantenha a sua mão na deles, que não a largue nunca). Olho em volta e consigo sentir o calor que emana da felicidade alheia.

E é entre a frescura do mar, a textura da areia, o calor do sol e a felicidade alheia, que consigo sorrir.

Levanto-me e vou viver a vida."

 

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às 23:02

Sonhos.

here in littlebubble, em 07.06.13

Hoje sonhei com ele.

Sonhei com a indecisão, com o medo, com o nunca saber ao certo, com aquela dúvida sempre presente.

Sonhei com o receio de não ser o suficiente, de ter que me desdobrar em duas, três ou quatro, para suprir todas as necessidades, mesmo aquelas que ele nunca soube.

Sonhei com o medo de não ser o suficiente. Outra vez. E outra. E outra.

Sonhei com o nervoso miudinho, aquele que depois de se enraizar não passa nunca. Nem depois de mais um dia. Nem depois de dormir. Nem depois de um beijo e de um "está tudo bem", nem depois de um "gosto de ti".

Sonhei com ele, outra vez.

Sonhei com a necessidade que sempre tive de agradar, de o agradar.

Sonhei com o medo presente na minha vida. Com o medo de perder, com o medo de não me querer, com o medo de não me verem como uma pessoa necessária, importante, querida ou desejável.

Sonhei com ele.

E acordei ansiosa e triste. Quando deixarei de me sentir assim?

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às 21:34

The Americans

here in littlebubble, em 07.06.13
Já ouviram falar desta série?
História:
Dois espiões do KGB vivem como um típico casal americano nos subúrbios de Washington. Vivem numa moradia, trabalham como agentes de viagens, têm dois filhos... De acordo com as exigências do "Centro", representando o governo de Moscovo, eles têm como missão controlar a rede de informações entre os espiões que operam no país. Mas parte deles, apreciam a vida americana, tão mais facilitada em tantos aspectos.
Elenco:
  • Keri Russell - Elizabeth Jennings
  • Matthew Rhys - Phillip Jennings
  • Maximiliano Hernández - Agente do FBI Chris Amador
  • Holly Taylor - Paige Jennings
  • Keidrich Sellati - Henry Jennings
  • Noah Emmerich - Agente do FBI Stan Beeman

 

Avaliação do IMDB:

7,9/10

 

The Americans

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às 19:06

Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell Williams - Blurred Lines

here in littlebubble, em 04.06.13
Na Rádio Comercial, consideram-na a música sexy. E eu concordo. Ao ouvi-la, tenho vontade de dançar. A letra não é particularmente iluminada (para não dizer outra coisa...) mas o som é bastante bom.

(Everybody get up) [x2]
(Hey hey hey) [x3]

If you can't hear what I'm tryin' to say
If you can't read from the same page
Maybe I'm going deaf (hey hey hey)
Maybe I'm going blind (hey hey hey)
Maybe I'm outta my mind (hey hey hey)
(Everybody get up)

OK now he was close
Tried to domesticate ya
But you're an animal
Baby it's in your nature
Just let me liberate you (hey hey hey)
You don't need no takers (hey hey hey)
That man is not your maker (hey hey hey)
And that's why I'ma take a good girl

I know you want it
I know you want it
I know you want it
You're a good girl
Can't let it get past me
You're far from plastic
Talkin' about getting blasted
I hate these blurred lines
I know you want it
I know you want it
I know you want it
But you're a good girl
The way you grab me
Must wanna get nasty
Go ahead get at me

What do they make dreams for
When you got them jeans on
What do we need steam for
You the hottest b*tch in this place
I feel so lucky (hey hey hey)
You wanna hug me (hey hey hey)
What rhymes with hug me (hey hey hey, hey...)
(Everybody get up)

OK now he was close
Tried to domesticate ya
But you're an animal
Baby it's in your nature
Just let me liberate you (hey hey hey)
You don't need no takers (hey hey hey)
That man is not your maker (hey hey hey)
And that's why I'ma take a good girl

I know you want it
I know you want it
I know you want it
You're a good girl
Can't let it get past me
You're far from plastic
Talkin' about getting blasted
I hate these blurred lines
I know you want it (I hate them lines)
I know you want it (I hate them lines)
I know you want it
But you're a good girl
The way you grab me
Must wanna get nasty
Go ahead get at me

[T.I. ]
(Hustle Gang Homie)
One thing I ask of you
Lemme be the one you bring that ass up to
From Malibu to Paris, boo
Had a b*tch, but she ain't bad as you
So, hit me up when you passin' through
I'll give you something big enough to tear your ass in two
Swag on 'em even when you dress casual
I mean, it's almost unbearable
Honey you not there when I'm
At the bar side let you have me by
Nothin' like your last guy, he too square for you
He don't smack that ass and pull your hair for you
So I'm just watchin' and waitin'
For you to salute the truly pimpin'
Not many women can refuse this pimpin'
I'm a nice guy, but don't get confused, you git'n it!

Shake around
Get down
Get up
Do it like it hurt
Like it hurt
What you don't like work (Hey...)
(Everybody get up)

Baby can you breathe
I got this from Jamaica
It always works for me
Dakota to Decatur
No more pretending (hey hey hey)
Cause now you in it (hey hey hey)
Here's our beginning (hey hey hey)
I always wanted
You're a good girl (Everybody get up)

I know you want it
I know you want it
I know you want it
You're a good girl
Can't let it get past me
You're far from plastic
Talkin' about getting blasted
I hate these blurred lines (Everybody get up)
I know you want it
I know you want it
I know you want it
But you're a good girl
The way you grab me
Must wanna get nasty
Go ahead get at me
(Everybody get up)
(Everybody get up)
(Hey hey hey)
(Hey hey hey)
(Hey hey hey)

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às 23:27

A saga dos casamentos: o rescaldo e os outfits

here in littlebubble, em 03.06.13







Casamento I

- vestido branco e preto às riscas = sexy, sexy

- sapatos aaaaltos

- colar que foi tema de conversa durante todo o dia

- penteado made by profissionais, com muita muita laca

- 40º graus à sombra

- um atraso ligeiro

- uma viagem que não acabava

- uma expert em casamentos que me ia indicando o que era apropriado e o que não era

- um padre que só faltou perguntar "quem é do benfica que levante a mão"

- um noivo giríssimo

- uma noiva super simples e elegante

- um abraço enorme entre o noivo e os pais

- aspersores de relvado ligados = óptimo para os sapatos

- 2 martinis e um vodka preto à chegada

- fome, muita fome = almoço às 18horas

- vestidos muito bonitos, acessórios amarelos (que inveja) e penteados incríveis vs. vestidos ordinários, penteados que davam vontade de rir e piroseiras

- mesa 16

- óptimo sangria branca

- óptima comida

- pouca animação, pelo menos na nossa mesa

- sem participação no lançar do bouquet da noiva

- sem dança

- cortar do bolo com fogo de artifício

- bolo branco com morango

- maldivas


Casamento II

- vestido cai-cai preto e prateado (elogios)

- sapatos aaaaltos que foram substituídos pelos baixinhos na parte da dança

- encharpe prateada e rosa

- penteado made by me

- sintra, com tempo bom = o milagre

- pavimento não apropriado a saltos

- igreja simples mas bonita

- casamento mais pequeno

- noiva chegou de charrete

- noiva linda de morrer, que me retribuiu o elogio

- noivo mais ou menos

- rosto do noivo iluminou-se à chegada da noiva ao altar

- momento super fofinho com noivo a lacrimejar e a dar beijinhos na mão e testa da futura mulher

- leituras acercas da submissão da mulher

- caminho difícil até à quinta

- óptimas entradas e óptima sangria

- tema: escócia

- alteração de toda a planificação de mesa só para ficarmos todos juntos

- mega animação

- bolo de bolacha mega bom

- fotos e mais fotos no jardim: com a noiva, com o noivo, com os dois, meninas a mostrar a perna, meninos em poses sexys...

- mega animação de dança que incluiu até o gangnam style

- os olhares meio indiscretos com um senhor que dançava ao meu lado

- decoração do carro dos noivos

- regresso à pista de dança para êxitos dos anos 70 e 80

- participação na entrega do bouquet: calhou à rapariga ao meu lado (uff)

- cortar do bolo no exterior, ao pé da piscina, com fogo de artifício

- bolo de chocolate com molho frutado

- bali

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às 14:47



...retalhos de pensamentos, post its de emoções, pedaços de músicas, imagens que falam comigo e tudo mais aquilo que fizer a minha mente fervilhar...

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