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headache e basta

here in littlebubble, em 31.08.12

Hoje é a última sexta feira do mês.

E como tal, na farmácia há sempre muito que fazer. Fechar contas, tratar das receitas em atraso, ordená-las, deixar tudo pronto para um novo mês que começa.

Agora vamos imaginar isto tudo numa tarde em que estou sozinha. As minhas colegas as duas de folga hoje e a doutora em arrumações fictícias.

E agora vamos imaginar ainda o cenário em que tudo isto acontece e ainda estou com uma dor de cabeça brutal.

 

Só me apetece comer porcarias... Porque é que não tenho um gelado nesta casa??

 

 

wishing:

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às 23:06

Sentir-se bem no meio do caos...

here in littlebubble, em 30.08.12

É impressionante como certas pessoas se organizam e viver de mãos dadas com o caos.

A minha secretária não é exemplo de arrumação e organização, mas isto vai só até certo ponto. Até ao ponto em que me passo e arrumo e organizo tudo de uma assentada só.

Já no meu local de trabalho, tudo mas tudo é um caos! Trabalho junto de pessoas que são amigas do caos, sentem-se bem no meio dele e aparentemente não querem mudar.

Quando comecei a trabalhar lá, fiquei mesmo com a impressão de que os meus colegas de trabalho deviam achar que eu era uma maníaca das limpezas ou algo do género. Porque cada vez que me aproximava do balcão, a primeira coisa que fazia era endireitar os papéis, arrumar as canecas e os lápis no sítio... dar uma certa arrumação ao local. Porque acho que, se se trata de um local de trabalho comum, as coisas devem estar minimamente decentes. Ainda hoje faço isso! Arrumo os utensílios, arrumo as gavetas. Quando só lá estou eu, sei que se mantém tudo arrumado. Mas entre a minha colega e a chefe, venha o diabo e escolha!

Que caos!

 

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às 22:10

A idada avançada, uma boa notícia e o egocentrismo de sempre.

here in littlebubble, em 27.08.12

Nunca fui uma pessoa muito feliz. Sempre fui uma criança preocupada. Preocupada com o meu irmão mais novo, com a escola, com os amigos, com os meus pais, com o problema do meu pai, com a saúde e felicidade da minha mãe. Sempre me preocupei com as aparências, com a socialização. E como tal, sempre demorei muito tempo entre conhecer alguém e me dar a conhecer. Acho que à primeira vista as pessoas não devem simpatizar especialmente comigo. Não sou incrivelmente bonita e adicionando isso à minha maneira de ser reservada e pouco segura, leva a que só gostem de mim aquelas pessoas que realmente ficam o tempo suficiente.

Tenho um grupo de amigos de sempre que pouco ou nada foi alterado. Tenho poucas pessoas da faculdade a quem posso chamar amigos, mas os que tenho são bons. E tinha-o a ele. E finalmente, finalmente, eu era uma pessoa nova. Mais segura de mim, apenas preocupada em sobreviver ao dia-a-dia de uma vida a dois. Feliz. Finalmente, eu era feliz.

E quando tudo isso acabou, aliás, desde que tudo isso acabou, acho que voltei um pouco atrás. Acho que me tornei uma pessoa mais apática, que só espera que os dias passem, que anda na vida como uma sonâmbula sem interesse, objectivo ou propósito. Não tenho nenhuma ambição de futuro profissional neste momento. Não tenho um plano traçado. E não sei como nem se quero sequer sair desde marasmo.

 

Hoje tive uma óptima notícia. Dois amigos meus, a T e o S, arrendaram uma casa e vão começar a viver juntos no princípio do mês de Setembro. Quando me deram a notícia (fui a primeira amiga a saber), fiquei muito contente por eles mas acho que não o consegui demonstrar convenientemente, porque ao mesmo tempo, fui assolada por uma tristeza incrível. Porque vejo toda a gente a avançar com a vida e eu estou aqui parada, ancorada a um coração partido. E isso vai de encontro ao que referi no outro dia, em como sinto que sou demasiado velha para ter que começar tudo de novo. Neste ponto da minha vida já esperava não ter que passar por isto outra vez. A expectativa, a espera, a ilusão e a desilusão. Não sei se consigo.

E fiquei muito feliz por eles dois, mas fiquei incrivelmente triste por mim. Egocentrismo, mesmo quando acompanhado de uma boa notícia. Que raio de amiga faz isso de mim? Sinceramente só acho que já não consigo ficar tão feliz como antes. Acho que enquanto este nevoeiro de tristeza não se dissipar, não vou conseguir voltar a ser feliz. Nem por mim, e muito menos pelos outros e as suas vidas perfeitas e cor-de-rosa.

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às 00:05

Auto-realização depois de almoço, num domingo qualquer.

here in littlebubble, em 26.08.12

Alguém me disse que para se deixar de gostar de alguém, primeiro temos que começar a ver tudo aquilo que ele tinha de errado, os seus defeitos, o que não gostávamos que fizesse, aquilo que queríamos que fizesse e nunca chegou a fazer, enfim, tentar ver tudo aquilo que estava de errado na relação para que, de alguma forma, a conseguirmos ultrapassar. Esse alguém foi a Dra.M..

 

E depois dessa conversa com a Dra.M., no caminho para casa, vim a pensar nisso que ela me disse. Realmente desde que ele saiu, tudo o que penso é aquilo que gostava nele, como me fazia sentir bem, a companhia, o carinho, os momentos a dois, tudo o que fizémos juntos e tudo que ainda tínhamos planeado fazer e nunca lá chegámos.

E percebi, finalmente, qual o caminho que devo seguir para cortar os laços. É pensar naquilo que não gostava nele:

 

Pouco ambicioso.

Preguiçoso.

Ajudava pouco em casa.

Desistente.

Avarento.

Pouco espontâneo.

Sem ideias, sem iniciativa.

 

E acho que podia continuar a lista... E olhando para isto, se calhar já consigo ver que ele talvez não fosse a pessoa certa para mim. Mereço mais. E melhor.

 

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às 15:24

Finding Forrester

here in littlebubble, em 26.08.12

Tinha ese filme gravado na box da Zon e resolvi vê-lo ontem à noite, com uma taça de gelado de baunilha com biscoistos na mão.

Gostei imenso do filme. Não é uma obra de arte, mas tem diálogos interessantes e divertidos. A amizade que cresce entre um velho, o Window, que já se tornou um mito urbano no bairro onde vive, no Bronx, por nunca sair de casa, e um rapaz negro que, até à chegada dos resultados dos testes da escola, era tomado apenas como um jogador de basquetebol. Apenas a sua família sabia do seu interesse pela literatura e pela escrita e Jamal não era, de longe, parecido com os seus amigos do bairro.

Esta amizade vai mudar a vida dos dois. O Window, na realidade, William Forrester, autor famoso de um único livro, desiludido com as circunstâncias da vida, vê agora um novo desafio na sua vida, o de desenvolver a capacidade de escrita de Jamal, ganhando em retorno uma amizade já em idade avançada.


Lovely {#emotions_dlg.heart}

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às 15:16

David Fonseca: I've loved and lost

here in littlebubble, em 23.08.12

Fui ontem até Cascais, às festas do mar ver o concerto de um músico que, para mim, é do melhor que temos no panorama nacional.

 

Sim, é ele. O David Fonseca.
Gosto dele desde os Silence 4, adoro a sua capacidade de escrever letras que a mim me fazem sentido, que têm significado e a música sempre tão diferente, tão original. Nota-se que é apaixonado por música. Parece que sabe o que eu sinto e escreve sobre isso.
Essa paixão, tal como outras que vou tendo, tento partilhá-las com as pessoas que me são próximas. Com a minha mãe, com o meu irmão, a minha sobrinha, com ele, com os meus amigos. E ele ficou também a gostar de DF. E como tal, não foi estranho saber que também ele ia às festas do mar, ver o DF. Mas foi estranho estar lá, a ouvir a música que eu gosto e que sei que também ele gosta e não estarmos juntas. Senti que algumas músicas me faziam mais sentido juntos. Não sei, custa ter vidas tão parecidas e que, no entanto, se afastaram de forma a se tornarem paralelas. E foi estranho pensar que há um ano atrás, nas mesmas festas do mar, estava tudo tão diferente. Era outra vida... Tínhamos a nossa nova casinha, estávamos juntos. Eu sinceramente pensei que era para sempre. Estava mesmo convencida disso. Éramos um do outro para sempre. Mas o DF avisou:
I've seen the highs and I've hit the lows (...)
I've seen them coming, I've seen them go (...)
I've loved and lost.

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às 21:21

Visitas e aliens (e não visitas de aliens)

here in littlebubble, em 23.08.12

Hoje estava bem.

Dormi muitas horas, acordei com dor de cabeça mas que passou, o trabalho foi escasso de manhã e apesar de ter levado na cabeça apenas pelo simples facto de não estar lá mais ninguém para ouvir, a manhã passou rápida e calma. À tarde tive folga, aproveitei para fazer limpeza a fundo na cozinha e casa de banho, limpei o pó de toda a casa e ahh..esqueci-me de passar a ferro (bem me parecia que me estava a faltar algo), andei de bicicleta, acabei de ver o Falling Skies (mais comentários sobre este assunto em baixo), descansei, adiantei a organização das coisas da viagem às capitais da Europa que já andava a adiar há muito tempo...enfim, tratei de uma série de coisas e estava bem.

Mas ele veio cá a casa depois de jantar buscar umas cartas que chegaram no correio. Acho-o sempre magro, mas lindo, mas nem foi esse o problema. O problema foi que quando estava a ir embora, mandou-me um beijinho da entrada, já com a porta semi-cerrada como costumava fazer todos os dias de manhã ao sair de casa. Exactamente igual. E fechou a porta. Exactamente igual. E eu fiquei parada a olhar para a porta sem saber como reagir. E a seguir corri para a janela do quarto, já com os estores semi cerrados e espreitei-o, enquanto se ia embora.........

 

...Hey, remember me? I remember you, walking away.... (just came to my mind)

 

.............e ele olhou para trás, para a janela.

Às vezes sinto-me uma parvinha, mas a verdade é que o beijo atirado da porta, que me soou tanto a familiar, aliado com o facto de ter olhado para trás, para a janela, enquanto eu olhava para ele, mexeram comigo. E fiquei a sentir um vazio tão grande... Quem disse que as coisas do coração são coisas fáceis de lidar?

Sim, estou melhor quando não o vejo nem falo com ele. Mas simplesmente não o sei afastar da minha vida definitivamente. Acho sempre que pode precisar de mim. E como tal, mantenho contacto não por mim ou pelos meus sentimentos, mas por ele e pelas suas necessidades.

Sim, sou uma parvinha que aqui anda. Mas ele também não é o monstro que possa transparecer pelas suas acções. Simplesmente o amor por mim acabou, ou desvaneceu-se no tempo, ou sei lá.

 

Mas agora acho que tenho que pensar em mim e no que preciso, uma vez na vida.

 

Quanto ao Falling Skies, gostei do rumo que as coisas estavam a ter. Quando vi Charleston destruída, fiquei com medo que tivesse sido mais uma parvoíce da série, mas não, sempre havia uma comunidade lá. E achei particularmente piada ao facto de o Mr. Locke (para mim vai ser sempre o Locke) ser o mega boss dessa comunidade.

Melhor momento do episódio final: a corrente humana em torno do Ben e do seu amigo skitter-de-olho-vermelho.

Achei estúpido, por outro lado, o Hal ter ficado com "parasitas"... Tinham que arranjar uma estupidez para o final da série não era? Não bastava já um Mason ligado aos bichos, agora outro? Grrr..

Quanto à pergunta final: ally ou enemy? Para mim é ally. Nenhum enemy se punha sozinho em frente àquela gentalha toda e ainda por cima abria a viseira. E depois, era para destruir este outros aliens (que já não parecem peixes mas sim macacos) que os fish-heads tinham fabricado aquela máquina destruidora. Este é o meu palpite.

Quanto ao que se espera da terceira season, sinceramente não entendo a necessidade da 2nd Mass sair de Charleston o mais rapidamente possível. Afinal, agora que resolveram as diferenças e os combatentes são uns heróis e independentemente de o Tom Mason não querer ser político, não quer dizer que não possam ficar... Afinal ali têm comida decente, caminha lavada e afinal, vem um baby a caminho...

De qualquer forma, a qualidade tem vindo a crescer e já vai longe os efeitos (pouco) especiais da primeira temporada. Esta segunda, sem dúvida, foi melhor.

Agora é esperar!

 

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às 00:25

Food Journal - Semana II (21/8)

here in littlebubble, em 22.08.12

Food:

3h30 - biscoitos

9h - sandes mista de pão de forma

13h30 - lombinhos de pescada com espinafres, molho bechamel e passas + copo de água

17h20 - pastel de feijão

20h30 - taça de cereais fitness amêndoa e mel

 

Exercício:

a pé para o trabalho

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às 20:32

Food Journal - Semana II (20/8)

here in littlebubble, em 21.08.12

Peso: 61,600 Kg

 

Food:

8h40 - caneca de leite com café e sandes mista de pão de forma

12h20 - iogurte líquido magro de morango

13h30 - massinhas com frango desfiado, uvas, 1 cenoura, uma fatia de queijo + 1 copo de água + 1 pêssego + biscoitos

20h15 - sopa de couve + bolinha mista + 2 pêssegos + 1 copo de ice tea de pêssego + 1 copo de água

22h - biscoitos

 

Exercício:

5 séries de abdominais

a pé para o trabalho: 2x

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às 20:31

Balanço da semana I e cantorias enquanto pedalo.

here in littlebubble, em 20.08.12

Depois de rever o meu food journal da semana passado, há a concluir que passei do modo "não me apetece comer nada" para o modo "comer para esquecer" e se quero que o meu caminho volte aos carris, tenho que me concentrar em mim. Tenho estado bem esta semana, apesar dele ter estado cá em casa a buscar umas coisas mais. Apenas chorei uma vez, que me lembre, e foi ao som do João Só e da Lúcia Moniz com a "Sorte Grande" que eles têm em cantar uma música que fala de um amor como eu quero para mim.

Mas voltando à semana I, considero que em termos de exercício não foi mau de todo, visto ter andado de bicicleta bastante vezes. Se bem que, agora tendo terminado a minha série-de-ver-enquanto-se-anda-de-bicicleta, The Glee Project, não sei o que ver enquanto ando. Preciso de uma série que seja mais light, que não implique atenção ao enredo...e o Glee Project parecia-me perfeito. Tenho que arranjar uma série substituta para ter vontade de pedalar.

 

The Glee Project - season 2
Quanto à comida, claramente tenho que cortar no hidratos de carbono, principalmente à noite, deixar de comer batatas fritas (não tenho mais em casa nem vou comprar para evitar tentações), evitar de comer por impulso ou arranjar alternativas mais saudáveis e menos calóricas para os meus ataques de fome.
Também já decidi comer apenas uma coisa "má" por dia. Se o fizer logo de madrugada, azar. Está feito para o dia inteiro.
Vamos ver como me safo na semana II.

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às 22:25

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...retalhos de pensamentos, post its de emoções, pedaços de músicas, imagens que falam comigo e tudo mais aquilo que fizer a minha mente fervilhar...

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